sábado, 3 de outubro de 2009

ADRIANO:O problema com o treinador tricolor é antigo. No período em que conviveram, o técnico por diversas vezes criticou por trás a suposta indisciplina do jogador. O auge aconteceu no treino que antecedeu à partida contra o São Paulo. O Imperador chegou atrasado e, em vez de começar a atividade mais tarde para esperá-lo - fato corriqueiro em situações semelhantes com outros atletas - Cuca fez questão de não preservá-lo. O episódio foi relatado pelo GLOBOESPORTE.COM em julho, contando os bastidores da passagem do técnico no Flamengo em 2009. Nesta sexta, enfim, Adriano resolveu respondê-lo. E atacou o ex-comandante: - Ele mesmo disse que começou o treino para mostrar que eu cheguei atrasado. Não poderia fazer isso. Se fosse um treinador de verdade, teria que resguardar. Se ele quer ganhar precisa respeitar o jogador. Mas não guardo mágoa e desejo sorte a ele.
Resolvido o problema do passado, Adriano guardou ironia para o zagueiro Digão. Questionado se o jogador, de 21 anos, sentiria a pressão do Maracanã lotado, ele ironizou. - Acho que não. Ele disse que se aqui tem Imperador lá tem Digão, então não deve sentir nada. Se eu for citar cada zagueiro que já enfrentei na vida nem lembrarei do nome dele – debochou.

MURICY:Tricampeão do Brasileiro com o São Paulo, Muricy Ramalho é visto pelos jogadores palmeirenses como o homem que tem a receita para a conquista do Nacional. E pela experiência que tem na competição e sua forma de disputa, o treinador afirma que um empate com o Santos neste domingo, às 16h, na Vila Belmiro, não será um bom resultado para o Alviverde, líder da competição com 50 pontos.
- Esse é um momento de definição. É reta final da competição e não se pode errar. É uma fase em que não se pode ocorrer surpresas. Vou cobrar personalidade do time. O empate nos pontos corridos nunca é bom porque você não sai do lugar. Respeitamos nosso adversário, mas temos de agredir e buscar os três pontos – disse Muricy.
A 12 rodadas do fim do campeonato, o Palmeiras tem dois pontos a mais que o São Paulo, vice-líder do torneio. Caso vença o Santos, o time do Palestra Itália voltará a ter cinco a mais que o rival do Morumbi.
FLUMINENSE:A previsão era reencontrar a bola só na próxima segunda-feira, mas Fred não aguentou a saudade. Após fazer os trabalhos físicos sob o comando de Ronaldo Torres em período integral, o atacante do Fluminense se juntou aos companheiros que não entraram em campo diante do Alianza Atlético e disputou o treinamento em dois toques nesta sexta, no CFZ.
CORINTHIANS:O Corinthians faz neste sábado o jogo que poderá determinar seu futuro no Campeonato Brasileiro. Há três rodadas sem vencer, o Timão recebe o Atlético-PR, às 18h30m, no Pacaembu, precisando de um bom resultado para quebrar a série ruim e, principalmente, manter vivo o sonho de conquistar a “Tríplice Coroa”, feito obtido apenas pelo Cruzeiro, em 2003. O Premiere transmite a partida, e você acompanha também, em Tempo Real, no GLOBOESPORTE.COM. Um novo tropeço praticamente acaba com as chances de título do Alvinegro. Nos últimos três jogos, ele obteve apenas dois pontos, frutos dos empates com Coritiba (1 a 1) e São Paulo (1 a 1), além da derrota em casa para o Goiás (4 a 1). A equipe está na nona colocação, com 38 pontos, 12 a menos que o líder Palmeiras, restando 12 rodadas para o encerramento. - Eu acho que o campeonato está aberto para muita gente. Para alguns, com um grau maior de dificuldade, como é o nosso caso. Temos uma distância maior para descontar. Isso exige um aproveitamento de quase 100% para voltarmos à briga. Não podemos deixar para fazer na última hora, precisa ser imediatamente. As próximas rodadas serão decisivas para definirmos nossa situação - disse o técnico Mano Menezes. O Atlético-PR também precisa reagir. O Furacão enfrenta pela segunda vez consecutiva um grande clube de São Paulo. Na rodada passada, foi derrotado por 2 a 1 pelo Palmeiras, no Palestra Itália. Apesar de quase parar o primeiro colocado, o time segue em situação desconfortável na tabela: está em 14° lugar, com 31 pontos, apenas seis acima da zona do rebaixamento.

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